Após a leitura deste segundo capítulo –“Tecnologias” – considero relevante mencionar as duas perspectivas que o autor começa por referir inicialmente, os ciberutópicos (aqueles que defendem os benefícios dos computadores fornecendo oportunidades para uma vida melhor) e os cibercríticos (notificam os terríveis perigos). No entanto, sou da mesma opinião que o autor: “não consigo aderir totalmente a nenhuma das perspectivas". Por um lado, o uso da tecnologia proporciona-nos oportunidades de melhorarem e facilitarem o nosso quotidiano, mas por outro, esta tecnologia pode alterar nas relações humanas, intra-familiares, etc. Por isso, “é necessário encontrar uma melhor abordagem do que simplesmente escolher lados”.
No caso da Jenny que aprendeu a compreender a gramática através da utilização do computador. “O que ela aprendeu sobre gramática, a partir desta experiência com uma máquina, foi tudo menos mecânico.”
Assim, o computador além de ter alterado “a sua relação com ela”, ajudou também “a modificar a imagem de si própria”, bem como, o seu desempenho e as suas notas.
Porém, o computador exerce na aprendizagem um papel importantíssimo, pois faz com que, de uma forma diferente e divertida, as crianças aprendam e desenvolvam interesses, até mesmo por aquilo que não gostam, pois “a aprendizagem será mais bem sucedida quando o aprendiz participa voluntária e empenhadamente”.
Contudo, é cada vez mais importante o uso das tecnologias na aprendizagem dos alunos, mas desde que estas sejam bem utilizadas.

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