
No quarto capítulo, o autor faz referência a diversos assuntos, entre eles, os perigos da Internet.
Cada vez mais os jovens aderem com mais facilidade à Internet, da qual têm acesso a uma enorme rede de informação.
Assim, uma vez que na Internet "as vantagens são imensas, mas, pela mesma razão, os riscos são sérios", este é um apecto que cada vez mais preocupa os pais e os educadores na formação de cada criança.
É necessário que os pais se possam interessar pelas actividades dos seus filhos, independentemente, da sua experiência, de modo a ajudá-los a aproveitarem os benefícios e a evitar os perigos.
Um dos maiores perigos são as famosas salas de conversação, mais conhecidas por "chats", onde existem diversas pessoas muitas vezes a alimentarem uma mentira para "apanhar" um inocente por variadíssimas razões.
Entre errar, mentir e enganar há algo em comum: em todos estes casos se faz algo que seja falso, isto é, não correspondentes àquilo a que se referem.
Errar não é mentir. Aquele que erra faz algo falso, mas está convencido que é verdadeiro. Pode errar por desconhecimento, por incapacidade ou por outro motivo qualquer, mas nunca por má-fé. Diferentemente, aquele que mente tem consciência de que aquilo que afirma não corresponde ao que na realidade se passa. A mentira é sempre feita por um sujeito mal intencionado.
Por isso, é fundamental ajudar e ensinar as crianças/adolescentes a defenderem-se destes perigos.
Estas pessoas sem escrúpulos, acabam assim, a mentir aos jovens manipulando-os a aderirem ou a fazerem involuntariamente às suas propostas. Estes quando enganados, acabam por errar e ir por caminhos indesejáveis.
Assim, possos concluir que estas pessoas repugnantes não possuem qualquer tipo de valores importantes que se devem ter em sociedade.

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