Uma vez que amanha é o último dia para concluirmos as nossas pequenas reflexões sobre a disciplina (e não só) deixo aqui um video sobre os blogues em educação que me é bastante familiar!
domingo, 30 de dezembro de 2007
segunda-feira, 24 de dezembro de 2007
8º capítulo -futuro-

Neste oitavo e último capítulo Papert aborda o futuro tecnológico diferenciando os brinquedos reais dos brinquedos digitais.
No entanto, o autor refere que os brinquedos digitais "têm mais personalidade e são capazes de nos causar mais surpresas".
Acho estranho uma criança que tem apenas 5 anos e já pede pelo Natal jogos para o computador em vez de um brinquedo palpavel, sei lá, tipo uma barbie, ou algo do género.
Mas, como salienta Papert é cada vez mais importante as crianças crescerem no "mundo das tecnologias" mas que sejam sempre bem utilizadas.
Contudo, a forma como os computadores são usados, ou não são usados, pode influenciar "a educação, pode ter importantes consequências no futuro do país e do próprio mundo e, naturalmente, em cada um de nós e na nossa família".
7º capítulo -a escola-

Neste capítulo o autor refere a importância dos computadores na escola.
Ainda me lembro quando andava no secundário e das "secas" que eu e o resto da minha turma apanhavamos quando a minha professora de história se punha a dar a matéria. Tinha colegas que até adormeciam, mas nem assim a professora mudava o seu método de ensino. Já para não falar das notas que eram todas uma desgraça.
Hoje pergunto-me "será que se tivessemos naquela sala computadores e, se a professora deixasse-nos pesquisar sobre os vários temas da disciplina , continuaríamos com os mesmos resultados vergonhosos? Já para não falar que as aulas seriam muito mais motivadoras.
O problema é que Portugal em relação ao sistema de ensino ainda se encontra muito atrasado.
É pena, porque secalhar com as novas tecnologias o insucesso escolar diminuía.
6º capítulo -projectos-

Este capítulo aborda o tema "projectos" e apresenta diversas razões para os menos adeptos das novas tecnologias lidarem com o computador.
Para tal, o autor dá o exemplo do "MicroWorlds", que é um programa onde é possível juntar a família e fazerem várias animações, apresentações, etc.
Papert faz também referência à Fluência Tecnológica e do "desperdício de tempo" enquanto se navega na Internet.
Poisé, infelizmente isto acontece-me frequentemente, pois vou pesquisar alguma coisa na "net" e distraio-me com outra coisa.
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
5º Capítulo -A Família-

O episódio que achei mais interessante neste capítulo foi: "Um garoto e uma senhora", em que esta "senhora" de 80 anos e este "garoto" de apenas 8 anos comunicam os dois pela Internet sem nunca se terem visto pessoalmente, mas que no entanto, "tem tempo para o orientar e ajudar emocional e intelectualmente, nas dificuldades da sua vida escolar".
Isto é tudo muito bonito mas a questão que coloco a mim própria é: "E se esta senhora fosse um psicopata?" Felizmente não era, mas se fosse?
Contudo, acho importante as recomendações que Papert faz aos pais no início do capítulo:
- "novas formas de relacionamento com os filhos";
- "verem o computador como um meio para construírem a coesão familiar em vez de o considerarem um factor de desunião";
- "os pais devem passar menos tempo preocupados com o que os filhos fazem ou não fazem no computador e mais tempo a tentarem encontrar interesses comuns, ou projectos que possam ser realizados em conjunto".
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