
O episódio que achei mais interessante neste capítulo foi: "Um garoto e uma senhora", em que esta "senhora" de 80 anos e este "garoto" de apenas 8 anos comunicam os dois pela Internet sem nunca se terem visto pessoalmente, mas que no entanto, "tem tempo para o orientar e ajudar emocional e intelectualmente, nas dificuldades da sua vida escolar".
Isto é tudo muito bonito mas a questão que coloco a mim própria é: "E se esta senhora fosse um psicopata?" Felizmente não era, mas se fosse?
Contudo, acho importante as recomendações que Papert faz aos pais no início do capítulo:
- "novas formas de relacionamento com os filhos";
- "verem o computador como um meio para construírem a coesão familiar em vez de o considerarem um factor de desunião";
- "os pais devem passar menos tempo preocupados com o que os filhos fazem ou não fazem no computador e mais tempo a tentarem encontrar interesses comuns, ou projectos que possam ser realizados em conjunto".

Sem comentários:
Enviar um comentário